Alchornea discolor Poepp.

Tamanqueira, supiarana, farinha-seca-d’água

Em construção

 

Folhas adultas. Miracema do Tocantins (TO), 26-09-2019

Inflorescências. Miracema do Tocantins (TO), 26-09-2019

LITERATURA
COSTA, J.LC.; SECCO, R.S. & GURGEL, E.S.C. 2018. Flora das cangas da serra dos Carajás, Pará, Brasil: Euphorbiaceae. Rodriguésia, v.69, n.1, p.59-75.
FARIAS, S.Q. Alchornea in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB22675>. Acesso em: 11 fev. 2021.
LORENZI, H. 2009. Árvoes brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa (SP): Instituto Plantarum, p.111.
MARANHO, Á.S. & PAIVA, A.V. 2011. Emergência de plântulas de supiarana (Alchornea discolor Poepp.) em substrato composto por diferentes percentagens de resíduo orgâncio de açaí. Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, v.6, n1. p.85-98.
SECCO. R.S. 2004. Alchorneae (Euphorbiaceae) (Alchornea, Aparisthmium Conceveiba). Flora Neotropica Monograph, n.93, p.1-195.
TROPICAL PLANTS DATABASE, Ken Fern. tropical.theferns.info. 2021-02-11. <tropical.theferns.info/viewtropical.php?id=Alchornea+discolor>
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